Felinos: Capas de clássicos do Rock e Heavy Metal estampado pelos bichanos

A artista norte-americana  Alfra Martini, amante de gatos e colecionadora de pôsteres antigos, utilizando as ferramentas do Photoshop criou uma arte muito inusitada ao inserir gatos em capas de discos clássicos (substituindo os artistas pelos ditos cujos peludos). O resultado do projeto intitulado como Kitten Covers  é bem interessante…

Por Marcella Matos.

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THE STOOGES (1969)

Considerado um dos discos mais influentes para o gênero que se fortaleceria anos mais tarde (Punk e o Punk Rock), The Stooges (1969) é um álbum cru, direto e sem firulas; ao mesmo tempo que toda essa “simplicidade” é acompanhada por uma grandeza harmônica e excelência musical; sabe aquela expressão do menos ser mais? Se enquadra magistralmente no caso dos The Stooges. A mixagem do disco foi realizada pelo próprio Iggy Pop, após a gravadora ter recusado a original feita pelo então produtor da banda.  A mixagem é um processo importante, executado após a gravação; implica no “balanço final entre tudo o que foi gravado, estabelecendo os níveis de volume (planos) de cada instrumento na música, ou seja, todos os instrumentos que foram gravados em canais separados, serão integrados para formar a música da forma que ela será ouvida”, diz o site Alvo Virtual. A sonoridade de um álbum é muito influenciada por tal processo; daí a importância da banda saber exatamente o que quer (em quesito sonoro).

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HIGHWAY TO HELL – AC/DC

Lenda do Hard Rock, a banda fundada pelos irmãos Angus e Malcom Young emergiu da Austrália para o mundo “carregando na bagagem” um  rock enérgico e muito peculiar para a época. Highway to Hell (1979) foi o último disco gravado com os vocais do espirituoso Bon Scoot, que viria a  falecer após o lançamento do álbum em decorrência de uma fatalidade (embriagado e desacordado, Scott sufocou com a próprio vômito). Uma curiosidade sobre a banda é que antes de se tornar o vocalista, Bon Scoot trabalhava como motorista da van do AC/DC. Repleta de obras-primas musicais, o álbum é muito cultuado e lembrado até os dias atuais, não soando “datado” e contendo arranjos que são (ou foram) fonte de inspiração para diversas bandas.  

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LIVE THROUGH THIS – HOLE

Considerado o melhor disco do Hole, Live Through This foi lançado em abril de 1994 (mesma época da morte de Kurt Cobain, marido da vocalista Courtney  Love); possui um direcionamento musical distinto do álbum anterior,  numa combinação de potência e boas melodias que lhe rendeu críticas positivas e uma base respeitável de fãs. Contém faixas emblemáticas como Violet, Miss World, Asking for It (Kurt participa da faixa como vocal de apoio). Destaque para a faixa Doll Parts, que possui emoção e densidade bem marcantes.  

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NEW YORK DOLLS (1973)

Não subestime esses quatro rapazes “uniformizados” de bonecas andrógenas (com direito a maquiagem, roupas e afins), pois no contexto em que todos se encontravam,  em meados dos anos 1970, não existia nada mais provocador, contestador e subversivo que a tal atitude Glam Rock (bastante corajosa numa sociedade extremamente conservadora). Precursores do Punk, estilo que invadiria  com toda força as ruas de Nova York e os bairros da longínqua Londres; O New York Dolls não foram tão populares como as Ramones, entretanto merecem reconhecimento e a devida  importância para o direcionamento que o então emergente Punk tomaria mais à frente. Disco respeitável e bastante agressivo (principalmente os vocais), a performance de New York Dolls (1973) pode ser facilmente reconhecida e encontrada em outras bandas do gênero. Destaque para a faixa Personality Crisis cujas referências citadas acima podem ser conferidas.

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RIDE THE LIGHTNING – METALLICA

Grande referência mundial, o Metallica simultaneamente com outras bandas da chamada Bay Area (Baía de São Francisco, no estado da Califórnia) deram início a uma nova vertente do metal, o Thrash Metal. Os jovens músicos bebiam da fonte de bandas como Iron Maiden, Diamond Head, Tygers of Pan Tang e outras bandas da chamada New Wave of British Heavy Metal – N.W.O.B.H.M. ( ou Nova Onda do Heavy Metal Britânico)  e mesclavam com o Punk Rock norte-americano; surgindo assim uma nova sonoridade extremante agressiva e mais veloz. A ideia era soar como os ídolos ingleses: “Eu só queria fazer uma nova NWOBHM, uma versão californiana daquilo”, conta Lars Ulrich, baterista do Metallica em entrevista à revista Rodie Crew. O Metallica foi a primeira banda da cena a ter visibilidade e contato com a mídia especializada, levando o Trash Metal aos quatro cantos do mundo. Ride the Lightning, em comparação com o debut Kill ‘Em All , possui um direcionamento musical mais cadenciado e um conjunto de letras mais reflexivas que abordam temas sobre a morte e as  perdas inerentes da vida. 

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ACE OF SPATES – MOTORHEAD

Clássico obrigatório para os fãs do trio inglês liderado pelo inconfundível Lemmy Kilmister, Ace of Spates foi lançado em meados dos 1980 após os excelentes Overkill(1979) e Bomber(1979). Após os músicos baterem cabeça com algumas gravadoras que não acreditavam no potencial da banda, pois consideravam o trabalho do grupo como “não comercial o suficiente”, Lemmy e companhia foram angariando ao longo da estrada um grupo respeitável de fãs que possibilitou ao Motorhead uma independência musical forte. A áurea que circunda em torno da banda é devido, em grande parte, a presença do carismático frontman, dono de uma voz e personalidade inconfundível, agregando à banda uma identidade que se confunde com a da própria pessoa Lemmy. Álbum transgressor, é marcado por grandes canções que ultrapassam as barreiras do Rock (o Motorhead não se considerava uma banda de Heavy Metal), flertando com outros gêneros que conduziriam a sua música para um patamar pesado e bastante coeso, tudo isso, claro, com os amplificadores no limite máximo.

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GREEN MIND – DINOSAUR JR.

 Banda formada em 1983, ganharia destaque ao longo dos anos por inovar a cena (independente) da qual fazia parte. Ainda na década de 1980, a banda lançaria dois excelentes discos que se tornariam clássicos da cena de rock independente. Influência para muitas bandas surgidas na década de 90, como Nivarna, Sonic Youth e Pixies, o Dinossaur Jr impactou o cenário underground norte-americano introduzindo em suas canções riffs, solos e muita distorção de guitarras numa cena até então mais voltada para uma sonoridade Hardcore/pós Punk. A banda pode ser considerada como a precursora do som Grunge, já que muitos elementos de suas músicas foram referência para bandas da cena Grunge. Com o passar dos anos o prestígio e número de fãs foi aumentando. As guitarras distorcidas do Dinosaur Jr é referência declarada de bandas como Sonic Youth. Após lançaram Green Mind a banda saiu em turnê, e quem abria as apresentações do grupo era ninguém menos que o Nirvana (a “parceria” foi fechada antes do sucesso do Nevermind). J Mascis, vocalista e guitarrista da banda, é tido como o cara por trás do Dinosaur Jr, pois é o único membro inicial da banda e o responsável pela identidade sonora do grupo.  Um fato curioso é que Mascis tocou todos os instrumentos do álbum Green Mind, ficando a responsabilidade da bateria a cargo de Emmett Murph mesmo. Outra característica que define bem o som da banda são os vocais “desleixados” de J. Mascis que casa muito bem com os belos solos de guitarra do cara.

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KISS (1974)

Até os grandes começam de baixo, e o Kiss é um exemplo perfeito para ilustrar tal ditado, afinal de contas o primeiro ensaio da banda tinha menos que seis pessoas! Para que a atenção fosse voltasse para eles, adotaram uma identidade visual bem sólida,  que por sinal seria sua inconfundível marca registrada. O álbum que ilustra esse post foi o primeiro gravado pelo Kiss, que na época passava por problemas financeiros, em que não tinham o devido suporte (investimento) para os shows – que não eram baratos. Para a foto de capa todos os integrantes fizeram a própria maquiagem, com exceção do baterista Peter Criss (é um pouco notável a diferença entre a maquiagem dos demais)… A inspiração para a sessão de fotos foi o segundo disco dos Beatles With the Beatles.

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O álbum não vendeu o esperado, entretanto foi o suficiente para que banda assinasse com a gravadora a longo prazo. Faixas como Strutter, Firehouse e Nothin’ To Lose são lembradas até os dias de hoje nas mega apresentações do grupo. Nessa época a banda ainda não tinha espaço dentro da programação das rádios, fato que impressiona o número respeitável de vendagens que atingiu o disco de estreia (ganharam inclusive disco de ouro).

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PARALLEL LINES – BLONDIE

Álbum de maior sucesso do Blondie, Parallel Lines foi o resultado de muita labuta em estúdio, pois o produtor Mike Chapman – como um perfeccionista nato – exigia incessantemente o melhor de todos os integrantes, resultando em divergências dentro do estúdio, pois exigia que todos os integrantes da banda repetissem o processo de gravação inúmeras vezes (era muito ego para pouco metro quadrado). A arte da capa é meio “caretinha ” se pensarmos que o Blondie é uma banda Pós-Punk/New Wave oriunda  da década de 1970/80, o que originou um descontentamento dentro da própria banda que considerava a capa não condizente com o estilo deles… Ironias à parte, o fato é que a imagem estampada em Parallel Lines se tornou um clássico. A sonoridade do disco é uma mistura equilibrada de um pop leve e dançante, riffs no estilo surf music, direcionamento underground e a fusão de variados estilos musicais (que se fortaleceria nos discos posteriores) resultando em um disco com variadas nuances sonoras. Faixas como One Way or AnotherHanging on the telefone, Heart of Glass (um flerte irônico com a Disco Music), dentre outras, foram responsáveis por tornar a banda um sucesso absoluto de público e de vendas ao redor do mundo.

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RAMONES (1976)

Músicos que estavam à frente do seu tempo – foram os pioneiros do Punk Rock -, transformavam a matéria bruta em um produto completamente não convencional, afinal de contas os Ramones possuíam referências musicais (esteticamente e sonoramente) bem distintas do som “cru” criado pela banda. Beatles, The Doors e Rolling Stones eram influências para o quarteto norte-americano que se mostrou sempre muito inovador, compondo músicas com melodias simples e diretas, sem a presença de técnicas de estúdio – muito comum naquele tempo. Até a vestimenta dos rapazes era novidade: Calça jeans surrada e jaqueta de couro, simplicidade que seria adotada e referenciada mais tarde. Ramones (1976) foi o primeiro disco da banda, sendo perceptível a inexperiência e falta de técnica dos rapazes, entretanto a singularidade das canções, o desenrolar das melodias ultra enérgicas e a abordagem de letras bem diretas, ou seja, o que raramente se ouvia na época, foi o suficiente para que as rádios norte-americanas não dessem o merecido reconhecimento ao disco, que, por sua vez, foi muito bem aceito no velho continente europeu. O disco é considerado como um dos mais importantes para a história do rock, pois influenciou uma gama de gêneros musicais como Heavy Metal, Hardcore, Thrash Metal, Hard Rock, Grunge… enfim. A foto  que estampa capa do disco foi tirada pela fotógrafa Roberta Bayley, e é considerada umas das mais belas capas de discos de todos os tempos.

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NOS PRÓXIMOS POSTS…

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Cervejas do Rock: Um Brinde!

Não é de hoje que as grandes celebrações são feitas a partir de um brinde, e nada melhor do que celebrar com algo que tenha significado de fato (principalmente num show daquela banda que faz aquele som…). Músicos  apreciadores da bebida tem investido neste negócio, que por sinal tem dado resultado (dada a “união” duradoura entre o rock e a cerveja), pois muitas unidades se esgotam assim que chegam as prateleiras (ou até antes). E a lista é bem extensa, na qual se incluem um número significativo de bandas nacionais, como Sepultura, Angra, Velhas Virgens, Nenhum de nós, Raimundos, Motorocker, Matanza, Ultrage a Rigor, Ratos de Porão… Vamos à lista.

post5 Destroyer Beer – Kiss

A cerveja da banda é produzida na Suécia, e no site oficial do produto se lê que a Destroyer Beer é uma cerveja produzida na melhor tradição alemã, e que o cuidado na sua preparação origina uma bebida de sabor agradável, qualidade da espuma, “e um amargor equilibrado, como um original Pills”, entretanto, alguns apreciadores de cerveja a acharam de pouco sabor e aroma, mas que valeria a pena a degustação… 

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Além da cerveja, o Kiss lançou no mercado uma safra de vinho, a KISS Zin Fire. Paul Stanley, em declaração sobre os produtos, disse: “Nossa cerveja e nosso vinho não são apenas produtos quaisquer nos quais pusemos nosso nome. Nós buscávamos bebidas únicas para nossos fãs e conseguimos. Vocês vão sair pegando fogo!”. 

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post3 post4 O produto está disponível no link: Destroyer Beer

Maiden Shade, The Number of the Beast e Trooper – Iron Maiden

A demanda de pedidos foi tão significante que a empresa responsável pela fabricação da Trooper, a Robinsons, parou a produção de outras cervejas para dar total exclusividade ao produto.  A cerveja, já lançada no Brasil, só estará em estoque a partir do final do mês de setembro. Trooper é uma cerveja de teor alcoólico moderado, tipo ale (com alta fermentação), possui aromas e doçura do malte, notas cítricas (da mistura de Bobec, Goldings e lúpulo Cascade), com um leve toque de limão e amargor persistente. O Iron Maiden já possuía outras marcas de cerveja como a Number of the Beast (Escócia) e a Maiden the Shade (Estados Unidos).

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O produto é encontrado na rede de supermercados Pão de açúcar (Estado de São Paulo) e bares, mas será comercializada em lojas e bares de Belo Horizonte a partir do mês de Outubro.

Ou através do site: Cerveja Trooper

Há um vídeo em que Bruce Dickinson apresenta a Trooper, assista logo abaixo:

Sepulweiss – Sepultura

A sepulweiss foi lançada em 2009 em comemoração aos 25 anos da banda, sendo o Sepultura a pioneira de “cervejas rock” no Brasil. A cerveja é do tipo ale, feita de trigo tipo Bavária (não filtrada, como pede a tradição, possuindo, assim, uma turbidez natural), com aroma frutado de cravo e canela por passar pelo processo de fermentação, e não se percebe a presença do amargor oriundo do lípulo. A Sepulweiss  foi relançada em 2011 em um evento que contou com a presença da banda.

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post15 Para adquirir a Sepulweiss acesse: Cerveja Sepulweiss

Bastards Lager – Motorhead

A banda já é veterana na área, pois já lançou, anteriormente, uma linha de vodca e de vinho, intitulada Motörhead Vödka e Motörhead Shiraz 2009 (houve outra safra – 2011).

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A cervejaria é sueca, Krönleins, e a cerveja é do tipo larger (pouca fermentação), e no realese sugere que se beba com churrasco e ouvindo rock.

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A cerveja é apenas encontrada na Suécia, mas pode ser adquirida através do site: Bastards Larger

Pearl Jam Twenty Faithfull Ale – Pearl Jam  

A cerveja foi lançada juntamente com o filme, disco e o livro de comemoração de 20 anos de carreira. O nome da cerveja faz referência á musica Faithfull.

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A cerveja é o resultado do pedido dos fãs para que a empresa Dogfish Head lançasse tal produto. A Pearl Jam Twenty Faithfull Ale é mais forte que as cervejas do mercado, é do tipo Belgian Golden Ale, com adição de groselhas negras e lapulagem de 20 IBU. De acordo com alguns especialistas, o aroma lembra frutas vermelhas, uvas, malte e tem algo cítrico. A bebida é suave, com final adocicado e baixo amargor.

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O produto é encontrado apenas nos Estados Unidos.

 

AC/DC German Beer Australian Hardrock – AC/DC

Outros veteranos, em se tratando de cervejas (e de música, claro), são os australianos do AC/DC que já lançaram no total duas marcas de cerveja e uma de vinho. Black India Pale Ale Back in Black foi a primeira a ser lançada, um ano depois seria lançado o vinho.

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Seu último lançamento foi AC/DC German Beer Australian Hardrock, cerveja que foi pensada e fabricada de acordo com as tradições alemãs (ou Lei de Pureza Alemã de 1516), cuja fabricação exige somente água, malte de cevada e lúpulo; Sem leveduras, nada menos que uma vedadeira Pilsen Premium alemã. Esta cerveja é encontrada em barris de até 5 litros! Haja sede.

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Onde encontrar:  AC/DC German Beer Australian Hardrock

Angels Cry ( Irish Red Ale) e Holy Land ( Boemia Pilsener) – Angra

Destaque para os caras do Angra, que comemoram 20 anos de lançamento do seu primeiro disco, Angels Cry; em meio às comemorações que incluem uma  turnê e gravação de um DVD, está o lançamento de sua cerveja, com o nome de seus dois primeiros álbuns, prevista para ser vendida a partir de 1° de setembro, entretanto, quem compareceu ao show de gravação do DVD (que aconteceu dia 25/08/13) pode reservar sua unidade. 

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 A cerveja Angels Cry é encorpada, apresenta em seu aroma características tostadas, caramelizadas e toffes, e abundante presença de lúpulo herbal.  No site da empresa Bushido, Angels Cry é apresentada como: “O Pranto dos anjos de asas negras. Eles nascem do fogo, do fundo da alma. Um choro amargo brota da terra. Como um grito de socorro, vermelho na espuma, nas sementes das eras. Um copo de sangue, sacia e acalenta, o corpo chora, lava e esquenta, sacia a sede da alma”. Poético.

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A empresa responsável pelo lançamento da cerveja é a Bushido, a mesma que disponibilizou as vendas das cervejas do Sepultura e dos Raimundos.

 Para os interessados: Angels Cry e Holy Land

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 Holy Land é um cerveja Pilsen, apresenta tonalidade clara, e fermentação baixa. Em sua apresentação se lê: “A terra Santa, os anjos de asas brancas, nascem da fonte, do banho de lágrimas. A lança e o penacho da Jurema, rainha da Mata,  penas que protegem a coroa, copo com ouro, ondas e vento, Oceano, barulho das águas, martírio.  A mente se acalma”.

Matanza IPA – Matanza

A Matanza IPA não podia ficar de fora, e logo o Matanza sem uma marca de cerveja? Seria até ironia. A cerveja é bem forte, possui notas de maltes especiais e grande presença de lúpulos cítricos americanos, e amargor intenso. O engraçado é que além da cerveja ser bem fermentada (forte), sua tonalidade é alaranjada, características que lembram  Jimmy. No site da empresa Bushido, a Matanza IPA é descrita como:  “uma cerveja para poucos, pé na porta e soco na cara!”. 

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 “Quisermos ter uma cerveja de estilo marcante, que não fosse cerveja de menina, mas ao mesmo tempo em que não fosse uma cerveja estranha demais para a galera não assustar”, disse Jimmy em entrevista ao site MHM. Perguntado sobre as outras bandas que também lançaram suas cervejas, ele responde: “Quanto mais tiver, mas as pessoas se acostumam com essa ideia, perdem o preconceito de achar que cerveja de banda o público só bebe porque é fã, não é isso! Não é porque tem o rótulo da banda que não possa ser uma cerveja tão respeitável como qualquer outra”. A cerveja foi lançada no Degusta Beer 2013, evento que reúne degustação, palestras, lançamentos de cervejas e cervejarias, dentre outros apresentações.

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Para adquirir tal produto: Matanza IPA

Cygnus X-1 – Rush 

Esta cerveja tem um “Q” de especial, única como o Rush. Com sabor de chocolate, seus ingredientes foram retirados de uma antiga receita de porter inglesa, e contém uma “pitada” de malte de centeio e notas defumadas.

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 Smoke on the Water- Deep Purple 

Nomeada em homenagem ao grande clássico da banda, Smoke on the Water é uma cerveja do tipo ale, e contém na sua composição malte defumado (o que lhe dar um sabor especial), caramelo e notas frutadas. À altura da banda.

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OUTRAS BANDAS DE ROCK E SUA CERVEJAS: AGUARDE…

Ratos de Porão, Ramones, Nenhum de Nós. Raimundos, Jimi Hendrix e Velhas virgens

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Rolling Stones, Amon Amarth,Primus, Motorocker e Robet Johnson

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